Ensaios/Críticas (19)

Águas encontradas, por Milton Hatoum – Seis (re)visões de Brasília, Correio Braziliense, 21/04/2002

Ensaios/Críticas  

Brasília foi o primeiro pouso de uma rota nômade e errante: a primeira das seis cidades onde morei, desde que saí de Manaus, em dezembro de 1967. Continua em: http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Águasencontradas_CorreioBrazilienase_2002.jpg

Col Brasile nel cuore, di Milton Hatoum – La Repubblica, 5 Maggio 2006

Do autor, Ensaios/Críticas, Italiano, Prensa  

L´autore di Due Fratelli rievoca l´intreccio di idiomi nella sua storia familiare. http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/02/DueFratelli_LaRepubblica_5Maggio2006.jpg

Sin miedo y con placer, por Milton Hatoum – El País Cultural, 14 Agosto 2009

Do autor, Ensaios/Críticas, Español, Prensa  

http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Onetti_ElPaísCultural_14Agosto2009.jpg

La travesía del lenguaje – por Milton Hatoum, El País, Babelia, 28 de Septiembre de 2002

Do autor, Ensaios/Críticas, Español, Prensa  

  http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/02/ElPaís_Clarice-Lispector_28Set2002.jpg

Un Rulfo brasileño, por Milton Hatoum – El País, sábado 26 de mayo de 2001

Do autor, Ensaios/Críticas, Español, Prensa  

A propósito de “Labor Arcaica” (1975), de Raduan Nassar: http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/02/El_Pais_RaduanNassar_26Mayo2001.jpg

Um certo Oriente – Letterature d´America, Revista Trimestrale, anno XXII, n 93-94, 2002

Do autor, Ensaios/Críticas  

…El olvido es una de las formas de la memoria. Jorge Luis Borges, “Un Lector”.          Gostaria de começar essa conferência evocando uma outra noite que passei na PUC. Uma noite inesquecível, mas sem nenhuma graça, como foram muitas noites de brutalidade na década de 1970.          Um ato contra o regime militar reunia mais de mil estudantes na PUC. Por coincidência, era uma quinta-feira de setembro: 22 de setembro de 1977. Por volta das 22 horas, enquanto a polícia invadia o campus, eu e alguns amigos corríamos em busca de um abrigo, de um porto seguro numa época e num país em que reinavam a insegurança e o medo. Nossa estação terminal foi uma sala subterrânea, onde o coral da PUC cantava uma música, cujo nome eu não me lembro. O regente do coral, ao perceber a expressão aflitiva daqueles cantores intrusos, entendeu tudo. Bem ou mal, começamos a interpretar um bolero muito popular. Lembro-me sem nostalgia dessa cena, porque aquela noite foi para mim o epílogo simbólico dos anos 70 no Brasil. De fato, dois anos depois eu já era um bolsista na Espanha e, de bolsa em bolsa, acabei aportando em Paris. http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Letterature-DAmerica.pdf

Crônica de duas cidades: Belém e Manaus

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Benedito Nunes e Milton Hatoum SECULT – Pará – 2006

Clarice Lispector (1920-1977) – El País

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“A verdade é sempre um contacto interior inexplicável. A verdade é irreconhecível. Portanto não existe? Não, para os homens não existe”. Clarice Lispector, A hora da estrela (1977) Em 1920, aos dois meses de idade, Clarice Lispector fez sua primeira grande travessia, da longínqua Rússia ao Nordeste do Brasil. Filha de imigrantes judeus ucranianos, Clarice cresceu no calor de Recife (Pernambuco), onde morou dez anos; perdeu a mãe em 1930, e dez anos depois mudou-se com o pai e as duas irmãs para o Rio de Janeiro. A partir de 1944, quando se casou com um diplomata, morou em Belém (Pará), nos Estados Unidos e em vários países da Europa; durante a longa permanência no exterior, com temporadas no Brasil, escreveu e publicou dois romances (O Lustre e A Cidade Sitiada) e um livro de contos. Em 1959, quando voltou definitivamente ao Rio, já era considerada uma das maiores escritoras brasileiras. Recife, a cidade da infância e da juventude, foi a fonte dos primeiros escritos, de vários contos de Felicidade Clandestina (1971) e de crônicas publicadas no Jornal do Brasil. O drama pungente do imigrante do Nordeste aparece também na figura de Macabéa, uma pobre moça de Maceió (Alagoas), cujo destino […]

Uma lição de cinema, Revista TRIP

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O filho mais querido é o pequeno até crescer, o doente até sarar, e o ausente até voltar.

Ditado árabe

Não é comum um grande livro de ficção inspirar um grande filme. Mais raro ainda é o diretor do filme aceitar o desafio do texto e transformá-lo também numa aventura da linguagem.

Palmeiras Selvagens

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“Palmeiras Selvagens” (1939), de William Faulkner, é tão fascinante quanto “Luz de Agosto” e “O Som e a Fúria”. Duas histórias compõem esse romance estranho e ousado, narrado com frases longas e cheias de incisos. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1206200503.htm