Críticas/Artigos (33)

Um solitário à espreita, de Milton Hatoum – por Júlio Pimentel Pinto, 15/08/2013

Críticas/Artigos, Sobre o autor  

Um solitário à espreita é o título do livro de crônicas de Milton Hatoum. Mas é também o narrador, os narradores, das histórias, às vezes o autor. É você, leitor, sou eu. Leia o texto completo em: http://paisagensdacritica.wordpress.com/2013/08/15/um-solitario-a-espreita-de-milton-hatoum/#comment-2712

Hesitação e ambiguidade – Milton Hatoum lança primeiro livro de crônicas, “Um Solitário à Espreita”. Por Maria Cristina Fernandes – Valor Econômico, 12/07/2013

Críticas/Artigos, Crônicas, Sobre o autor  

 Hesitação e ambiguidade – Milton Hatoum lança primeiro livro de crônicas, “Um Solitário à Espreita”. Por Maria Cristina Fernandes. Leia o texto completo em: http://www.leitor.com.br/adm/ver_link_cialetras.asp?veiculo=Valor%20Econ%F4mico%20-%20S%E3o%20Paulo/SP&data=12%20a%2014/07/2013&edi=Eu%20e%20Fim%20de%20Semana&pag=24%20e%2025&qtd=2&class=3&img=..//clientes/cialetras/h13071243a.jpg

Milton Hatoum, personagens em trânsito, por Aíla Sampaio – Diário do Nordeste,

Críticas/Artigos  

Milton Hatoum estreia no gênero conto com A cidade ilhada, mantendo a mesma qualidade estética que consagrou seus três romances: Relato de um certo oriente (1989), Dois irmãos (2000), Cinzas do norte (2005) e a novela Órfãos do Eldorado (2007). Percorrer a tessitura dessa expressão literária é o motivo central dessa edição. Leia o texto na íntegra em:  http://diariodonordeste.globo.com/m/materia.asp?codigo=628007

Reflexões acerca dos intertextos, por Aíla Sampaio – Diário do Nordeste, 05/04/2009

Críticas/Artigos  

  http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=628017    

Personagens em trânsito, espaços subjetivos e intertextos em A Cidade Ilhada, de Milton Hatoum – por Aíla Sampaio, REVISTA TRIPLOV, nova série, 2010, número 5

Críticas/Artigos  

Milton Hatoum estréia no gênero conto com A cidade ilhada, mantendo a mesma qualidade estética que consagrou seus três romances: Relato de um certo oriente (1989), Dois irmãos (2000), Cinzas do norte (2005) e a novela Órfãos do Eldorado (2007). A coletânea, lançada recentemente, traz 14 contos, 8 deles já publicados em revistas nacionais e internacionais, reescritos; outros 6 inéditos, mas quem lê não percebe a costura, não imagina peças esparsas, escritas em épocas distintas, tão forte é a marca do estilo de Hatoum, escritor consciente da técnica do conto e dating sites free do texto literário como trabalho de linguagem. Não há palavras a mais ou a menos em seu discurso. Não há hermetismo nem brechas nas entrelinhas. Com domínio da técnica da superposição, ele constrói histórias paralelas, desdobradas em frações de tempo diferentes, funde-as sem que o leitor perceba que só há um final. Seus personagens puxam o fio do passado e presentificam-no… vivem quase todos a recompor recortes de sua história, num constante retorno à terra natal e ao que foram outrora. Leia a íntegra do texto em:  http://novaserie.revista.triplov.com/numero5/aila_sampaio/index.html

Jangadas, margens e travessias, por Benjamin Abdala Júnior – Dossier Culturas e experiências compartilhadas, USP

Críticas/Artigos  

A partir da análise de imagens do filme “DIÁRIOS DE MOTOCICLETA”,  de Walter Salles, são discutidos os sentidos da práxs do estudante Ernesto Guevara de La Serna e a perspectiva latino-americana a que ela suscita. O rio A mazonas é nuclear para essas observações. Em torno dele, são enfocados os romances  “A JANGADA”, de Júlio Verne, o filme “FITZCARRALDO (O PREÇO DE UM SONHO)”, de Herzog, escritos de Euclides da Cunha e o recente romance “DOIS IRMÃOS”, de Milton Hatoum. Um dos temas centrais de Guimarães Rosa, a travessia, serve de motivo para a discussão do papel do intelectual e dos comunitarismos.  “A JANGADA DE PEDRA”, de José Saramago, é a interlocução portuguesa para essas reflexões. Leia o texto completo em: http://www.fflch.usp.br/dlcv/posgraduacao/ecl/pdf/via08/Via%208%20cap01.pdf

Incesto, rejeição e rivalidade, por Aíla Sampaio – Diário do Nordeste, 18/06/2006

Críticas/Artigos  

  http://diariodonordeste.globo.com/arquivo/materia.asp?codigo=344691

Os despojos da revolta. Por Fábio de Souza Andrade – Folha de S.Paulo, 17/09/2005

Críticas/Artigos  

Mais de 15 anos depois da grata surpresa de “Relato de um Certo Oriente” (1989), confirmada por “Dois Irmãos” (2000), “Cinzas do Norte”, de Milton Hatoum, veio à luz cercado de grande expectativa: a de uma escrita fina que burila, ao mesmo tempo e co viagra tablets m igual desenvoltura, a intimidade da memória e do romance familiar e a novidade literária de uma matéria narrativa insuficientemente conhecida, a Amazônia do pós-guerra. Não o faz com arroubos experimentalistas -o que lhe vale narizes secretamente torcidos dos que não crêem na possibilidade de atualização crítica do romance na tradição flaubertiana- nem tampouco com ímpeto oportunista, escritor “sem fronteira” em missão não-governamental, denunciando a dilapidação da floresta em perspectiva atraente à maré planetária das ONGs e à curiosidade estrangeira. Uma carta-testamento, último vestígio de um amigo cuja revolta o tempo engoliu, a memória de um primeiro encontro entre dois meninos, à margem de um cais, e eis o leitor fisgado, convidado a ingressar no labirinto de igarapés e caminhos que conduzem de um extremo a outro. A travessia coincide com o fim do banquete de sobras da opulência extrativista, a vigarice empertigada das fortunas consolidadas à sombra do poder militar, as tímidas […]

O território da identidade, por Susana Scramin – Revista Cult, julho de 2002

Críticas/Artigos  

Em Dois Irmãos, o escritor amazonense Milton Hatoum retoma temas presentes em Relato de um certo Oriente, seu primeiro romance, como a imigração e seu sentido de perda, a busca das origens familiares e de uma identidade cultural difusa no turbilhão de vozes e línguas que atracam no porto de Manaus. http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_Cult_jul2000.jpg

The Flowering of Memory in “Eve’s Verandas”, by K. David Jackson, Yale University

Críticas/Artigos, English, Essays and lectures, Sobre o autor  

MILTON HATOUM: The Flowering of Memory in “Eve’s Verandas” When Milton Hatoum (b. Manaus, 1952) came onto the international literary scene in 1989 with his first novel, Relato de um certo Oriente [Tree of the Seventh Heaven, 1994 Tale of a Certain Orient, 2004], he was already a mature author with a complex narrative style, whose subject related to his own family background of Lebanese immigrants who settled in one of Brazil’s most fascinating regions, the Amazon, and specifically in its capital city of Manaus. Hatoum is interested in literature and history, as filtered through memory and imagination, and he writes in non-linear accounts of the transition from the Middle East to the Amazon using modern narrative techniques of distancing. In recovering a world frozen in time through the opaque and often melancholic memories of his characters, Hatoum’s Manaus is reminiscent of Lawrence Durell’s Alexandria, a city recaptured in a quartet of novels (1957-1960), each retelling the story and judging the city from the perspective of a particular character. The difference here is that Hatoum’s characters are immigrants who are acculturating to a strange new world, where space has a special ability to change their lives, and all the characters […]