A partir da análise de imagens do filme “DIÁRIOS DE MOTOCICLETA”, de Walter Salles, são discutidos os sentidos da práxs do estudante Ernesto Guevara de La Serna e a perspectiva latino-americana a que ela suscita. O rio A mazonas é nuclear para essas observações. Em torno dele, são enfocados os romances “A JANGADA”, DE Júlio Verne, o filme “FITZCARRALDO (O PREÇO DE UM SONHO)”, ee Herzog, escritos deuclides da Cunha e o recente romance “DOIS IRMÃOS”, de Milton Hatoum. Um dos temas centrais de Guimarães Rosa, a travessia, serve de motivo para a discussão do papel do intelectual e dos comunitarismos. “A JANGADA DE PEDRA”, de José Saramago, é a interlocução portuguesa para essas reflexões. |
Críticas/Artigos (28)
“Jangadas, margens e travessias”, por Benjamin Abdala Júnior – Dossier Culturas e experiências compartilhadas, USP
Críticas/Artigos, Sobre o autor
Incesto, rejeição e rivalidade, por Aíla Sampaio – Diário do Nordeste, 18/06/2006
Críticas/Artigos, Sobre o autor
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Os despojos da revolta. Por Fábio de Souza Andrade – Folha de S.Paulo, 17/09/2005
Críticas/Artigos, Sobre o autor
Mais de 15 anos depois da grata surpresa de “Relato de um Certo Oriente” (1989), confirmada por “Dois Irmãos” (2000), “Cinzas do Norte”, de Milton Hatoum, veio à luz cercado de grande expectativa: a de uma escrita fina que burila, ao mesmo tempo e com igual desenvoltura, a intimidade da memória e do romance familiar e a novidade literária de uma matéria narrativa insuficientemente conhecida, a Amazônia do pós-guerra. Não o faz com arroubos experimentalistas -o que lhe vale narizes secretamente torcidos dos que não crêem na possibilidade de atualização crítica do romance na tradição flaubertiana- nem tampouco com ímpeto oportunista, escritor “sem fronteira” em missão não-governamental, denunciando a dilapidação da floresta em perspectiva atraente à maré planetária das ONGs e à curiosidade estrangeira. |
O território da identidade, por Susana Scramin – Revista Cult, julho de 2002
Críticas/Artigos, Sobre o autor
Em Dois Irmãos, o escritor amazonense Milton Hatoum retoma temas presentes em Relato de um certo Oriente, seu primeiro romance, como a imigração e seu sentido de perda, a busca das origens familiares e de uma identidade cultural difusa no turbilhão de vozes e línguas que atracam no porto de Manaus. |
The Flowering of Memory in “Eve’s Verandas”, by K. David Jackson, Yale University
Críticas/Artigos, English, Essays and lectures, Sobre o autor
MILTON HATOUM: The Flowering of Memory in “Eve’s Verandas” |
Livro de Hatoum lembra jogo de paciência, por Flora Sussekind – Folha de S.Paulo, 29/04/1989
Críticas/Artigos, Sobre o autor
Como numa das últimas aquarelas de Paul Klee, “Ele rema desesperadamente” (1940), é um personagem franzino, composto de poucos traços, sozinho numa canoa, sem rumo ou porto claramente perceptíveis, que parece figurar o narrador em “Relato de um certo Oriente”, romance de estréia de Milton Hatoum. |
Nasce a nova literatura. Por Maria Ercília – Revista d´, Folha de S.Paulo, 25 de novembro de 1990
Críticas/Artigos, Sobre o autor
A terra de Milton Hatoum tem palmeiras que ele não quer perder de vista. As palmeiras de Milton Hatoum têm mais pássaros que as palmeiras da costa, e delas pendem orquídeas que ele nomeia sem dificuldade. (…) |
A ilha flutuante. Por Luiz Costa Lima – Caderno Mais!, Folha de S.Paulo, 24 de setembro de 2000
Críticas/Artigos, Sobre o autor
Em “Dois Irmãos”, de Milton Hatoum, estamos diante de uma cidade sem raízes, formada por estratos que se dissipam e desaparecem quase sem vestígios. |
Esaú e Jacó em Manaus. Por Michel Laub – Revista Bravo, 2000
Críticas/Artigos, Sobre o autor
Onze anos depois de seu elogiado romance de estréia, Milton Hatoum volta do universo dos imigrantes árabes na Amazônia para contar uma história de ódio entre irmãos baseada na Bíblia e em Machado de Assis. |
Paraíso perdido, por Jonas Lopes – Revista Bravo, abril de 2008
Críticas/Artigos, Sobre o autor
A força simbólica da novela “Órfãos do Eldorado” mostra porque o escritor Milton Hatoum é o melhor escritor em atividade. |