Críticas/Artigos (33)

Livro de Hatoum lembra jogo de paciência, por Flora Sussekind – Folha de S.Paulo, 29/04/1989

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Como numa das últimas aquarelas de Paul Klee, “Ele rema desesperadamente” (1940), é um personagem franzino, composto de poucos traços, sozinho numa canoa, sem rumo ou porto claramente perceptíveis, que parece figurar o narrador em “Relato de um certo Oriente”, romance de estréia de Milton Hatoum. http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Relato_Folha_1989.jpg

Nasce a nova literatura. Por Maria Ercília – Revista d´, Folha de S.Paulo, 25 de novembro de 1990

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A terra de Milton Hatoum tem palmeiras que ele não quer perder de vista. As palmeiras de Milton Hatoum têm mais pássaros que as palmeiras da costa, e delas pendem orquídeas que ele nomeia sem dificuldade. (…) http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Relato_Revista-d´1_25Nov1990.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Relato_Revista-d´2_25Nov1990.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Relato_Revista-d´3_25Nov1990.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Relato_Revista-d´4_25Nov1990.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Relato_Revista-d´5_25Nov1990.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Relato_Revista-d´6_25Nov1990.jpg

A ilha flutuante. Por Luiz Costa Lima – Caderno Mais!, Folha de S.Paulo, 24 de setembro de 2000

Críticas/Artigos  

Em “Dois Irmãos”, de Milton Hatoum, estamos diante de uma cidade sem raízes, formada por estratos que se dissipam e desaparecem quase sem vestígios. http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_CostaLima_set_2000.jpg

Esaú e Jacó em Manaus. Por Michel Laub – Revista Bravo, 2000

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Onze anos depois de seu elogiado romance de estréia, Milton Hatoum volta do universo dos imigrantes árabes na Amazônia para contar uma história de ódio entre irmãos baseada na Bíblia e em Machado de Assis. http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_Bravo1_2000.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_Bravo2_2000.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_Bravo3_2000.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_Bravo4_2000.jpg http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_Bravo5_2000.jpg

Paraíso perdido, por Jonas Lopes – Revista Bravo, abril de 2008

Críticas/Artigos  

A força simbólica da novela “Órfãos do Eldorado” mostra porque o escritor Milton Hatoum é o melhor escritor em atividade. Leia o texto na íntegra em: http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Órfãos_Bravo.jpg

Uma outra história, por Arthur Nestrovski – Caderno Mais!, Folha de S.Paulo, 11 de junho de 2000

Críticas/Artigos  

O romancista Milton Hatoum consegue escapar do exotismo, em “Dois Irmãos”, ao dramatizar com distanciamento a saga de uma família de imigrantes libaneses na Manaus do início do século.

Perguntas sem resposta dão sentido ao romance, por Haroldo Ceravolo Sereza – Caderno 2, O Estado de São Paulo, 27 de maio de 2000

Críticas/Artigos, Sobre o autor  

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Dois Destinos, por Wander Melo Miranda – Caderno Idéias, Jornal do Brasil, 1 de julho de 2000

Críticas/Artigos, Notícias/Entrevistas, Sobre o autor  

Onze anos depois da publicação do premiado Relato de um certo Oriente, Milton Hatoum volta a Manaus para retomar  o mito clássico dos dois irmãos inimigos, atualizando-o na história de uma família de libaneses dilacerada por amores, ódios e segredos escondidos durante décadas. http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_Idéias1.jpg Continuar em: http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DoisIrmãos_Idéias2.jpg

MEMÓRIA E IDENTIDADE NOS ROMANCES DE MILTON HATOUM, por Sylvia Telarolli

Críticas/Artigos, Sobre o autor  

Expressão fértil de uma das modalidades de resistência à reificação do homem, da arte, das relações sociais tão comuns na vida contemporânea, inclusive à avassaladora exigência da cultura do mercado é a  recuperação da memória, não apenas voltada à crítica de problemas nacionais, sociais , políticos, mas especialmente filtrada pela experiência pessoal, verdadeira , de cada autor.  Nessa vertente podemos enquadrar a ficção de Milton Hatoum; não se trata, entretanto, apenas do resgate da  memória pessoal, de tonalidade intimista, na verdade, o autor associa no percurso das personagens a  abordagem de traços definidos por sua feição individual, mas também forjados por características que brotam  da vivência coletiva, seja do universo manauara, seja  das origens vinculadas ao universo cultural do imigrante árabe. Hatoum tem publicados cinco livros: Relato de um certo oriente (1989), Dois irmãos ( 2000), Cinzas do norte (2005), Órfãos do Eldorado (2008), Cidade ilhada (2009, contos) os quatro primeiros são romances , o último reúne contos; vê-se que é um escritor que produz seus textos com cuidado, um certo vagar. Alguns desses textos foram revisados e reescritos muitas  vezes, ao longo de vários anos, o que mostra o rigor do escritor na composição de seus textos. Curiosamente, o […]

Milton Hatoum e Haroldo Maranhão: questões de literatura da Amazônia, de Sérgio Afonso Gonçalves Alves

Críticas/Artigos, Sobre o autor  

RESUMO: Este artigo propõe uma reflexão sobre a obra literária de dois escritores nascidos no Norte do país, o paraense Haroldo Maranhão e o amazonense Mílton Hatoum, autores de romances, contos, ensaios e crônicas que refletem o espaço, a história e a cultura amazônica, sem, no entanto, restringir a narrativa à busca de definição de uma amazonidade. Ao saírem do simples regionalismo confinante e reducionista, esses autores vão além das fronteiras geográficas para problematizar a região no contexto da América Latina. De um modo geral, o regionalismo literário é visto, tradicionalmente, como sinônimo de localismo, de exploração e exposição do pitoresco e das formas típicas que dão um colorido especial às regiões. Segundo George Stewart (COUTINHO, 1986, p.235), o regionalismo pode ser considerado de dois modos. Em sentido amplo, refere-se à obra de arte que tem por pano de fundo uma região específica, ou possui íntima ligação com esse fundo. Neste caso, o texto pode estar localizado numa cidade e tratar de problema de caráter mais amplo, seja pelo conteúdo da mensagem, seja pela linguagem. Assim, a localização será apenas incidental. Em sentido estrito, o romance é considerado regionalista quando não só está localizado numa região, como também retira do […]