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	<title>Milton Hatoum</title>
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	<description>Site sobre o escritor brasileiro Milton Hatoum</description>
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		<title>Milton Hatoum, personagens em trânsito, por Aíla Sampaio &#8211; Diário do Nordeste,</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 21:12:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Milton Hatoum estreia no gênero conto com A cidade ilhada, mantendo a mesma qualidade estética que consagrou seus três romances: Relato de um certo oriente (1989), Dois irmãos (2000), Cinzas do norte (2005) e a novela Órfãos do Eldorado (2007). Percorrer a tessitura dessa expressão literária é o motivo central dessa edição. Leia o texto na íntegra em:  http://diariodonordeste.globo.com/m/materia.asp?codigo=628007]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Milton Hatoum estreia no gênero conto com A cidade ilhada, mantendo a mesma qualidade estética que consagrou seus três romances: Relato de um certo oriente (1989), Dois irmãos (2000), Cinzas do norte (2005) e a novela Órfãos do Eldorado (2007). Percorrer a tessitura dessa expressão literária é o motivo central dessa edição.</em></p>
<p>Leia o texto na íntegra em:  <a href="http://diariodonordeste.globo.com/m/materia.asp?codigo=628007">http://diariodonordeste.globo.com/m/materia.asp?codigo=628007</a></p>
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		<title>Reflexões acerca dos intertextos, por Aíla Sampaio &#8211; Diário do Nordeste, 05/04/2009</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 21:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A errância dos persanagens, física e existencial, atinge contornos estéticos quando se dá dos romaces para o conto e, até, de conto para conto. Essa intertextualidade homoautoral, ou seja, a utilização de recorrências espaciais, temáticas e de personagens, além de dá unidade ao projeto ficcional de Hatoum, dá ao leitor a impressão de que esses personagens têm existência real, não são meros seres de papel escondidos atrás das palavras quando se conclui a leitura da obra. Lavo (Olavo), narrador de Cinzas do Norte, é também narrador de três dos contos da coletânea: ´Varandas de Eva´, ´Uma estrangeira da nossa rua´ e ´Dois tempos´. Em nenhum deles está o seu nome, mas ele pode ser identificado facilmente por quem leu o romance, porque aparece com as mesmas características, inclusive tendo ao lado os tios Ran (Ranulfo) e Mira (Ramira), também ´trasplantados´ do romance, com os mesmos traços e a mesma postura. http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=628017 &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A errância dos persanagens, física e existencial, atinge contornos estéticos quando se dá dos romaces para o conto e, até, de conto para conto. Essa intertextualidade homoautoral, ou seja, a utilização de recorrências espaciais, temáticas e de personagens, além de dá unidade ao projeto ficcional de Hatoum, dá ao leitor a impressão de que esses personagens têm existência real, não são meros seres de papel escondidos atrás das palavras quando se conclui a leitura da obra. Lavo (Olavo), narrador de <em>Cinzas do Norte</em>, é também narrador de três dos contos da coletânea: ´Varandas de Eva´, ´Uma estrangeira da nossa rua´ e ´Dois tempos´. Em nenhum deles está o seu nome, mas ele pode ser identificado facilmente por quem leu o romance, porque aparece com as mesmas características, inclusive tendo ao lado os tios Ran (Ranulfo) e Mira (Ramira), também ´trasplantados´ do romance, com os mesmos traços e a mesma postura.</p>
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		<title>Personagens em trânsito, espaços subjetivos e intertextos em A Cidade Ilhada, de Milton Hatoum &#8211; por Aíla Sampaio, REVISTA TRIPLOV, nova série, 2010, número 5</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 21:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas/Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre o autor]]></category>
		<category><![CDATA[Aíla Sampaio]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Triplov]]></category>

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		<description><![CDATA[Milton Hatoum estréia no gênero conto com A cidade ilhada, mantendo a mesma qualidade estética que consagrou seus três romances: Relato de um certo oriente (1989), Dois irmãos (2000), Cinzas do norte (2005) e a novela Órfãos do Eldorado (2007). A coletânea, lançada recentemente, traz 14 contos, 8 deles já publicados em revistas nacionais e internacionais, reescritos; outros 6 inéditos, mas quem lê não percebe a costura, não imagina peças esparsas, escritas em épocas distintas, tão forte é a marca do estilo de Hatoum, escritor consciente da técnica do conto e do texto literário como trabalho de linguagem. Não há palavras a mais ou a menos em seu discurso. Não há hermetismo nem brechas nas entrelinhas. Com domínio da técnica da superposição, ele constrói histórias paralelas, desdobradas em frações de tempo diferentes, funde-as sem que o leitor perceba que só há um final. Seus personagens puxam o fio do passado e presentificam-no&#8230; vivem quase todos a recompor recortes de sua história, num constante retorno à terra natal e ao que foram outrora. Leia a íntegra do texto em:  http://novaserie.revista.triplov.com/numero5/aila_sampaio/index.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Milton Hatoum estréia no gênero conto com <em>A cidade ilhada</em>, mantendo a mesma qualidade estética que consagrou seus três romances: <em>Relato de um certo oriente</em> (1989), <em>Dois irmãos</em> (2000), <em>Cinzas do norte</em> (2005) e a novela <em>Órfãos do Eldorado</em> (2007). A coletânea, lançada recentemente, traz 14 contos, 8 deles já publicados em revistas nacionais e internacionais, reescritos; outros 6 inéditos, mas quem lê não percebe a costura, não imagina peças esparsas, escritas em épocas distintas, tão forte é a marca do estilo de Hatoum, escritor consciente da técnica do conto e do texto literário como trabalho de linguagem. Não há palavras a mais ou a menos em seu discurso. Não há hermetismo nem brechas nas entrelinhas. Com domínio da técnica da superposição, ele constrói histórias paralelas, desdobradas em frações de tempo diferentes, funde-as sem que o leitor perceba que só há um final. Seus personagens puxam o fio do passado e presentificam-no&#8230; vivem quase todos a recompor recortes de sua história, num constante retorno à terra natal e ao que foram outrora.</p>
<p align="justify">Leia a íntegra do texto em:  <a href="http://novaserie.revista.triplov.com/numero5/aila_sampaio/index.html">http://novaserie.revista.triplov.com/numero5/aila_sampaio/index.html</a></p>
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		<title>Antropologia del doppio, di Antonio Prete &#8211; Zibaldonie e altre meraviglie, 2011, anno IX, Quarta Serie</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 18:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Prensa]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Prete]]></category>
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		<description><![CDATA[       Un romanzo familiare che, via via, da storia di esistenze individuali, si trasforma in un affresco dell’esistenza in quanto tale, dell’esistenza nella quale  respirano i viventi e le cose, la terra e i suoi colori. Nella storia di due fratelli, nel loro legame fatto di reciproca amara sorveglianza, di distanza sofferta e insieme perseguita, si disegna la linea della vita stessa. È, si potrebbe dire, il vento della vita che si fa scrittura, si fa narrazione, e attraverso le voci dei personaggi e le situazioni mette in scena una meditazione sull’esistenza:  la curva del tempo che lacera e consuma, il rito delle partenze e degli arrivi, la presenza di un altrove che è richiamo ma anche disincanto, la ferita di conflitti e di offese non risarcibili, la memoria che l’irreversibilità del tempo rende aspra. Due fratelli del brasiliano Milton  Hatoum (Marco Tropea editore, 2005) riprende il tema classico, e perturbante, della fraternità gemellare, della sua proiezione nella fantasmatica del doppio. Un tema che il narratore svolge secondo un’invenzione insieme calda e amara, affidando all’antico motivo il compito di dire qualcosa su ciò che unendo separa, sulla prossimità che si fa lontananza, sul legame che si rovescia in odio. È [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><em>       </em></em>Un romanzo familiare che, via via, da storia di esistenze individuali, si trasforma in un affresco dell’esistenza in quanto tale, dell’esistenza nella quale  respirano i viventi e le cose, la terra e i suoi colori. Nella storia di due fratelli, nel loro legame fatto di reciproca amara sorveglianza, di distanza sofferta e insieme perseguita, si disegna la linea della vita stessa. È, si potrebbe dire, il vento della vita che si fa scrittura, si fa narrazione, e attraverso le voci dei personaggi e le situazioni mette in scena una meditazione sull’esistenza:  la curva del tempo che lacera e consuma, il rito delle partenze e degli arrivi, la presenza di un altrove che è richiamo ma anche disincanto, la ferita di conflitti e di offese non risarcibili, la memoria che l’irreversibilità del tempo rende aspra. <em>Due fratelli</em> del brasiliano Milton  Hatoum (Marco Tropea editore, 2005) riprende il tema classico, e perturbante, della fraternità gemellare, della sua proiezione nella fantasmatica del doppio. Un tema che il narratore svolge secondo un’invenzione insieme calda e amara, affidando all’antico motivo il compito di dire qualcosa su ciò che unendo separa, sulla prossimità che si fa lontananza, sul legame che si rovescia in odio. È l’altra faccia dell’agnizione classica, plautina: la distanza tra i due fratelli è una malattia che non ha alcuna remissione, si approfondisce, si fa invasiva, invasiva dei pensieri, della vita stessa.<br />
       Un’aggressione da adolesce nti, un gesto di gelosia amorosa, è l’offesa originaria. Che non troverà mai rimedio. Omar e Yakub sono i due fratelli,  figli gemelli di Zana e Halim, libanesi emigrati in Brasile.  Omar è ombroso, fragile, abitato da una  disperazione che si fa  eccesso, fuga, violenza, visitato talvolta da una tenerezza filiale che non trova le sue vie. Yakub, l’offeso, è lucidissimo ed enigmatico, attivo e riuscito negli studi, si trasforma in vendicatore sottile, ordinato, perverso: cinque anni passati in Libano, quasi in una sorta di esilio nella terra d’origine paterna e materna, non hanno lenito la ferita. L ’integrazione sociale e professionale di Yakub  è assillata dall’impossibilià del perdono, la deriva  di Omar è inarres tabile, ed è a un certo punto sfiorata dalla ribellione, anche politica, pur nella scompostezza e nella degradazione.<br />
       È Manaus, la città lambita dal rio Negro, prima che questo si riversi nel rio delle Amazzoni, il teatro animatissimo di questa storia. Una storia  che ha qualcosa del teatro tragico e qualcosa dell’epica moderna, faulkneriana, dei suoi tempi immobili, dei suoi gesti sospesi nel tempo-spazio della coscienza. E si sente il confine con la grande foresta.  Fascinazione dei porti fluviali, ma anche inquietante affollarsi di figure bizzarre e perdute, di sinistri trafficanti, di mercanti e speculatori. Il mondo di Álvaro Mutis e di García Márquez   riaffiora, ma reso come limpido, essenziale, e calato su uno sfondo dove i l tragico ha radice nei corpi, nella loro singolarità, nella loro impossibile relazione.<br />
       Quando il lettore è preso dal gioco intimo e perverso dei due fratelli s’accorge che c’è un altro personaggio che riempie la scena, ed è la città di Manaus – la città stessa di Milton Hatoum – con il molo Escadaria, la praça de Saudade, la rua dos Barés, il mercato, i venditori ambulanti, e soprattutto gli odori forti e i sapori della terra amazzonica affiancati o mescolati agli odori e ai sapori di cibi e bevande che vengono dalla tradizione libanese. Il lessico che nomina spezie, pesci, zuppe, bevande alcoliche, dai suoni dolci e invitanti, racconta  l’incontro di due lingue, araba e portoghese-brasiliana,  che è incontro di percezioni, di ricordi, di abitudini. L’incontro antropologico tra due culture allude a una possibilità ulteriore, difficile, negata, e tuttavia cercata: la possibilità di una armonia nella pluralità.  Cosa che potrebbe accadere se tutti i sensi dell’individuo partecipassero in profondità al riconoscimento dell’altro. Perché questo bellissimo romanzo è anche un romanzo sui rapporti tra le culture, sulla migrazione e i suoi lasciti, sullo specchiarsi di due mondi di povertà e sul loro difficile confronto, sulla loro contrastata tensione verso una plurale armonia.  <br />
       Lo slittamento del personaggio centrale in un altro personaggio è forse l’aspetto formalmente più avvincente del racconto. Perché il lettore può leggere la storia a partire da un singolo punto d’osservazione coincidente col singolo personaggio. Così tutte le figure contribuiscono a definire il clima e il sapore della narrazione. A partire dal personaggio narrante, Nael, voce che vive nel cuore della storia stessa, cresce con essa, d’essa coglie velature e non detto:  è in mezzo tra lo sguardo della madre, Domingas, domestica indigena arrivata orfana nella famiglia, col suo carico di storie dolorose e di favolosi incantamenti, e lo sguardo curioso di chi <em>viene dopo</em>, e allo stesso tempo sa di avere come padre uno dei due fratelli, enigma non rivelato, fonte di interrogativi, fonte di una mobilità inquieta dello sguardo stesso. <br />
       La grande casa, col giardino e le amache e il portico e, dinanzi, la strada in discesa ombreggiata dai manghi centenari, è l’altro spazio scenico che accoglie questo incrocio di destini. La casa che apre e chiude, con la tristezza di un abbandono, il raccon to. Zana, la madre, nata a Biblos in Libano, è della casa, e del legame tra i due mondi, la vera custode, e ha spesso i tratti mediterranei della <em>mater dolorosa</em>. Come Halim, il marito, ha l’ardore e la fierezza e l’espansiva gioiosa ospitalità propria della sua origine. Altre figure popolano il romanzo. Tra queste, la sorella Rânia ,  sulla cui bellezza precipita implacabile l’erosione della vita. E Abbas, il poeta autore di <em>gazal</em> – poesie d’amore della tradizione araba in quindici distici – che è all’origine dell’incontro amoroso di Halim e Zana. La poesia d’amore, sembra dire una sotterranea vena utopica, è ciò che resiste nell’altrove, e rende fecondo ogni incontro. Il sorriso della lingua che trascorre sotto l’amarezza dei destini.</p>
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		<title>Na outra margem do rio, por Kátia Mello &#8211; Airbone, setembro de 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 18:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em seu novo romance, o consagrado escritor Milton Hatoum deixa as paisagens amazônicas que se tornaram cenário de seus livros de três novos filmes. Leia a entrevista completa em: http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Airbone_entrevista_set2011.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu novo romance, o consagrado escritor Milton Hatoum deixa as paisagens amazônicas que se tornaram cenário de seus livros de três novos filmes.</p>
<p>Leia a entrevista completa em: <a href="http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Airbone_entrevista_set2011.pdf" target="_self">http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Airbone_entrevista_set2011.pdf</a></p>
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		<title>Espaço da identidade: a relação entre espaço e personagens em Cinzas do Norte e Órfãos do Eldorado, por Fernanda Boarin Boechat &#8211; dissertação de mestrado, Universidade Federal do Paraná –Curitiba/2011</title>
		<link>http://www.miltonhatoum.com.br/sobre-autor/espaco-da-identidade-a-relacao-entre-espaco-e-personagens-em-cinzas-do-norte-e-orfaos-do-eldorado-por-fernanda-boarin-boechat-dissertacao-de-mestrado-universidade-federal-do-parana-%e2%80%93curit</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 15:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erzählung]]></category>
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		<category><![CDATA[Sobre o autor]]></category>
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		<description><![CDATA[Resumo No presente trabalho propõe-se a análise do espaço literário nas obras Cinzas do Norte (2005) e Órfãos do Eldorado (2008), de Milton Hatoum, segundo uma perspectiva que o toma como espaço da identidade. O espaço da identidade é compreendido como uma dimensão formal do espaço em literatura, que revela processos de identificação das personagens. Nesse sentido, procura-se expor no primeiro capítulo, a partir de uma perspectiva antropológica ampla que considera os Estudos Literários em diálogo com outras áreas do saber, uma reflexão que se volta para a noção de identidade, em especial na sociedade contemporânea. Em um segundo momento, expõe-se uma reflexão teórica sobre o estudo do espaço em literatura, em diálogo com outras áreas do saber. No terceiro capítulo, apresenta-se de início uma breve explanação sobre o autor e sua obra, e parte da fortuna crítica publicada em jornais e revistas; segue então uma análise do espaço literário nas obras, que remete indiretamente à discussão teórica exposta nos dois primeiros capítulos, de modo que a configuração espacial dos romances relaciona-se, como que por si mesma, aos apontamentos teóricos anteriores. Propõe-se por fim, na conclusão, uma abordagem da configuração espacial no âmbito dos Estudos Literários como elemento revelador de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo</strong></p>
<p>No presente trabalho propõe-se a análise do espaço literário nas obras <em>Cinzas do Norte </em>(2005) e <em>Órfãos do Eldorado </em>(2008), de Milton Hatoum, segundo uma perspectiva que o toma como espaço da identidade. O espaço da identidade é compreendido como uma dimensão formal do espaço em literatura, que revela processos de identificação das personagens. Nesse sentido, procura-se expor no primeiro capítulo, a partir de uma perspectiva antropológica ampla que considera os Estudos Literários em diálogo com outras áreas do saber, uma reflexão que se volta para a noção de identidade, em especial na sociedade contemporânea. Em um segundo momento, expõe-se uma reflexão teórica sobre o estudo do espaço em literatura, em diálogo com outras áreas do saber. No terceiro capítulo, apresenta-se de início uma breve explanação sobre o autor e sua obra, e parte da fortuna crítica publicada em jornais e revistas; segue então uma análise do espaço literário nas obras, que remete indiretamente à discussão teórica exposta nos dois primeiros capítulos, de modo que a configuração espacial dos romances relaciona-se, como que por si mesma, aos apontamentos teóricos anteriores. Propõe-se por fim, na conclusão, uma abordagem da configuração espacial no âmbito dos Estudos Literários como elemento revelador de processos de identificação, o que reafirma um poder teorizador presente na literatura e, dessa maneira, o papel relevante dos Estudos Literários em debates com outras disciplinas.</p>
<p><strong>Zusammenfassung</strong></p>
<p>In der vorliegenden Arbeit wird eine Analyse der literarischen Raumgestaltung in Milton Hatoums Romanen <em>Cinzas do Norte </em>und <em>Órfãos do Eldorado </em>anhand einer Perspektive vorgenommen, die die Raumgestaltung der Literatur als Raum der Identität versteht. Dieser Raum der Identität wird als eine formelle Ausdehnung der Literatur erfasst, die die Identifikationsprozesse der Figuren enthüllt. In diesem Sinne wird im ersten Kapitel, von einer breiten anthropologischen Perspektive ausgehend, die Literaturwissenschaft im Dialog mit anderen Bereichen betrachtet und eine Überlegung über die Auffassung von Identität besonders im zeitgenössischen Kontext angestellt. Zunächst wird eine theoretische Betrachtung der Raumgestaltung sowohl im Bereich der Literaturwissenschaft, als auch in anderen Bereichen dargelegt. Im darauf folgenden Kapitel, deren Einführung sich auf den Autor und seine Werke konzentriert, wird die Analyse der Raumgestaltung der Romane vorgestellt. Diese Analyse bezieht sich indirekterweise auf die theoretischen Überlegungen, die in den ersten beiden Kapiteln dargestellt wurden. Zum Schluss wird eine Betrachtung der Raumgestaltung im Bereich der Literaturwissenschaft vorgelegt, die eben diese Prozesse der Identifikation als eine theoretische Kraft der Literatur sichtbar macht; und so ebenso die Rolle der Literatur im Dialog mit anderen Disziplinen hervorhebt.</p>
<p>Schlüsselwörter: Milton Hatoum, literarische Raumgestaltung, Identität.</p>
<p><a href="http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/10/DissertaçãoFernandaBoechat-VersãoFinal-ProgramaPós.pdf" target="_self">http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/10/DissertaçãoFernandaBoechat-VersãoFinal-ProgramaPós.pdf</a></p>
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		<title>Uma literatura difícil de traduzir, por Marcos Diego Nogueira &#8211; Revista Isto é, 01/06/2011</title>
		<link>http://www.miltonhatoum.com.br/sobre-autor/uma-literatura-dificil-de-traduzir-por-marcos-diego-nogueira-revista-isto-e-01062011</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 14:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias/Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre o autor]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Isto é]]></category>
		<category><![CDATA[The Brothers]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais publicados no exterior, libros nacionais impõem desafios aos seus tradutores. Leia a matéria completa em: http://www.istoe.com.br/reportagens/139022_UMA+LITERATURA+DIFICIL+DE+TRADUZIR]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais publicados no exterior, libros nacionais impõem desafios aos seus tradutores.</p>
<p>Leia a matéria completa em: <a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/139022_UMA+LITERATURA+DIFICIL+DE+TRADUZIR" target="_self">http://www.istoe.com.br/reportagens/139022_UMA+LITERATURA+DIFICIL+DE+TRADUZIR</a></p>
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		<title>&#8220;Tempo e memória, literatura e história&#8221; &#8211; tese de mestrado de Francine Iegelski, 2006</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 18:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros/Teses]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre o autor]]></category>
		<category><![CDATA[Francine Iegelski]]></category>
		<category><![CDATA[Raduan Nassar]]></category>
		<category><![CDATA[tese de mestrado]]></category>
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		<description><![CDATA[Tempo e memória, literatura e história. Alguns apontamentos sobre Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar e Relato de um certo Oriente, de Milton Hatoum, por Francine Iegelski Dissertação de mestrado na USP &#8211; 2006 leia o texto integral em http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/06/tese_Francine_Iegelski_Tempoememoria.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempo e memória, literatura e história. Alguns apontamentos sobre <em>Lavoura Arcaica</em>, de Raduan Nassar e <em>Relato de um certo Oriente</em>, de Milton Hatoum, por Francine Iegelski</p>
<p>Dissertação de mestrado na USP &#8211; 2006</p>
<p>leia o texto integral em <a href="http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/06/tese_Francine_Iegelski_Tempoememoria.pdf" target="_self">http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/06/tese_Francine_Iegelski_Tempoememoria.pdf</a></p>
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		<title>&#8220;Dois irmãos&#8221; por dois irmãos &#8211; por Telio Navega, blog Gibizada, Globo.com &#8211; 23/05/2011</title>
		<link>http://www.miltonhatoum.com.br/sobre-autor/dois-irmaos-por-dois-irmaos-por-telio-navega-blog-gibizada-globo-com-23052011</link>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 20:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias/Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre o autor]]></category>
		<category><![CDATA[Dois Irmãos]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Moon]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Bá]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado em 2000 e vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Romance, o livro &#8220;Dois Irmãos&#8221;, do manauense Milton Hatoum, vai ganhar uma versão em quadrinhos pelas mãos de Fábio Moon e Gabriel Bá. O anúncio foi feito pelos próprios ilustradores paulistas &#8211; irmãos gêmeos como os personagens da história -, em um evento promovido pela editora responsável pelo futuro projeto, a Companhia das Letras. Por email ao Gibizada, Moon diz que a ideia de transformar em HQ o romance de Hatoum veio da editora. Mas avisa que a versão em quadrinhos deve demorar, só sai, segundo ele, quando ficar pronto. O que só deve acontecer em 2013. No momento, os dois estão envolvidos com o lançamento no Brasil do elogiado álbum &#8220;Daytripper&#8221; (Panini), publicado originalmente nos EUA, pelo selo Vertigo, da DC Comics. - Eu li o &#8220;Dois Irmãos&#8221; pela primeira vez quando saiu, em 2000, pelos personagens centrais serem dois irmãos gêmeos &#8211; conta Moon. &#8211; Gêmeos chamam a atenção, existe um mistério nessa relação entre duas pessoas aparentemente iguais. http://oglobo.globo.com/blogs/Gibizada/posts/2011/05/23/dois-irmaos-por-dois-irmaos-382144.asp]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2011/05/55_233-alt-doisirmaos-21mai2011%20(1).jpg" alt="" /></div>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Publicado em 2000 e vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Romance, o livro &#8220;Dois Irmãos&#8221;, do manauense Milton Hatoum, vai ganhar uma versão em quadrinhos pelas mãos de Fábio Moon e Gabriel Bá. O anúncio foi feito pelos próprios ilustradores paulistas &#8211; irmãos gêmeos como os personagens da história -, em um evento promovido pela editora responsável pelo futuro projeto, a Companhia das Letras.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Por email ao Gibizada, Moon diz que a ideia de transformar em HQ o romance de Hatoum veio da editora. Mas avisa que a versão em quadrinhos deve demorar, só sai, segundo ele, quando ficar pronto. O que só deve acontecer em 2013. No momento, os dois estão envolvidos com o lançamento no Brasil do elogiado álbum &#8220;Daytripper&#8221; (Panini), publicado originalmente nos EUA, pelo selo Vertigo, da DC Comics.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">- Eu li o &#8220;Dois Irmãos&#8221; pela primeira vez quando saiu, em 2000, pelos personagens centrais serem dois irmãos gêmeos &#8211; conta Moon. &#8211; Gêmeos chamam a atenção, existe um mistério nessa relação entre duas pessoas aparentemente iguais.</span></p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/blogs/Gibizada/posts/2011/05/23/dois-irmaos-por-dois-irmaos-382144.asp" target="_self">http://oglobo.globo.com/blogs/Gibizada/posts/2011/05/23/dois-irmaos-por-dois-irmaos-382144.asp</a></p>
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		<title>Gomes, cine y lecturas &#8211; Eñe, Revista para leer, n 25, Primavera 2011</title>
		<link>http://www.miltonhatoum.com.br/other-languages/espanol/ene-revista-para-leer-n-25-primavera-2011</link>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 19:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Español]]></category>
		<category><![CDATA[Prensa]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial Akal]]></category>
		<category><![CDATA[Eñe]]></category>
		<category><![CDATA[Relato de un cierto oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Revista para leer]]></category>

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		<description><![CDATA[ ¿Conoces al escritor Milton Hatoum? Vargas Llosa fue visto hace poco con una de sus novelas. Gomes relee Relato de un cierto Oriente, con la intención de adaptarla para el cine. Aquí te lo contamos. http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/05/eñe_Relato_MarceloGomes_maio2011.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> ¿Conoces al escritor Milton Hatoum? Vargas Llosa fue visto hace poco con una de sus novelas. Gomes relee <em>Relato de un cierto Oriente</em>, con la intención de adaptarla para el cine. Aquí te lo contamos.</p>
<p><a href="http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/05/eñe_Relato_MarceloGomes_maio2011.pdf" target="_self">http://www.miltonhatoum.com.br/wp-content/uploads/2011/05/eñe_Relato_MarceloGomes_maio2011.pdf</a></p>
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